Roberta, trinta e poucos, mãe do fundão, daquelas que interrompe o pediatra quando ele está falando.
Este blog é dedicado a todas as mães que, como eu, foram presenteadas com criaturas tamanho PP, que choram sem motivo, regurgitam na sua blusa nova, produzem cocôs explosivos, fazem birra no supermercado e não deixam você dormir direito NUNCA MAIS nessa vida de meu deus. Mães exaustas, culpadas, cheias de dúvidas ou à beira de um ataque de nervos, mas que não trocariam esse perrengue todo por NADA nesse mundo.
Aviso: Contém palavras impróprias, desabafos malcriados, humor negro, apologia ao escatológico, uma calça 38 que não passa nem nas canelas, olheiras e falta de glamour em geral.
Eu estava na aula de yoga, aquela que promete endurecer o meu espírito e ampliar as minhas nádegas, digo, ampliar o espírito e me endurecer as nádegas.
Estica dali, espicha de lá e vamos à posição facing dog. Na posição facing dog o sujeito encosta as mãos no chão e eleva o que há de menos elevado em direção aos céus.
Assim ó:
esta não sou eu, claro
Atrás de mim um espelho.
Na minha frente e dos dois lados: gente, gente, muita gente, sala lotada.
Todo mundo na posição da foto, de cabeça pra baixo, se olhando no espelho por entre as pernas. No espelho um bocado de bunda e bochechas vermelhas – é o sangue descendo pra cabeça – já dizia minha mãe.
Mas hoje, colegas, hoje o deus namastê ilê-aê tinha outros planos pra mim.
Cumadis. Tô na posição ali da foto, dou aquela mirada no espelho por entre as pernas e me deparo com um FURO. Não um furinho meia boca, não senhoras. Um furo com dimensões continentais. Tá bom, continentais é exagero meu – pense Amapá. Não, não. Pense Roraima, que é mais robustinha.
Nessas horas eu fico pensando. Com tanto dia pra pessoa vestir uma calcinha rosa choque embaixo da calça preta, porque senhor, porque, porque que esse dia tem que ser BEM o dia em que me aparece um rombo nos fundilhos da calça?
Acompanhe o desespero. Imagine um espelho longo, longuíssimo. Uma sala lotada, todo mundo na tal da posição bochecha rubro. O que se vê são bundas em série, devidamente revestidas em calças escuras e dignidade. E em meio àquela imensidão toda de bundas pretas, cinzas e dignas vê-se um ROMBO. Um rombo através do qual vê-se uma calçola nem tão nova assim, de cor rosa choque.
A cena era tão humilhante, que minha vontade era fechar os olhos e me tele-transportar pro Amapá. Não, pra Roraima, que é mais longe um pouquinho.
Mas o pior ainda está por vir, cumadis.
Percebam: a posição facing dog ou bochecha invertida é tipo o CORINGA da Yoga. Uma posição que se repete ad eternum, entre uma posição e outra. Sempre. Ela une as posições como se fosse uma ponte, um cupido, um facebook.
E a cada nova erguida de fundilhos, uma nova humilhação.
Não o tipo de humilhação que começa e termina. E sim um vexame que se estende por uma hora, num indo e vindo infinito de fundilhos expostos.
Naquilo que a ciência hoje conhece como humilhação prolongada.
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Todo mundo sabe que os momentos vexatórios ou humilhantes da vida se dividem em dois tipos: instantâneos e prolongados.
A humilhação instantânea começa e termina e, embora dolorida, ela é administrável.
Você certamente sobreviveu a algumas humilhações instantâneas nessa vida, principalmente durante a adolescência.
São consideradas humilhações instantâneas:
- Ter levado aquele tombo em frente à cantina do colégio, bem na hora do recreio.
- O dia em que sua menstruação passou e quem te avisou foi a garota mais maldosa da sua classe, no maior estilo gritante “EI! HAHAHAHA. PASSOU! OLHA, GENTE, PASSOU! HAHAHAHA”
- Ter tropeçado na frente do seu primeiro namoradinho.
- Ter sido buscada naquele bailinho pelo seu pai, vestindo pijamas.
A humilhação prolongada, ao contrário, faz com que sua reputação entre em modo quase irrecuperável. De maneira que mudanças de nome e país são altamente recomendadas. São humilhações prolongadas:
- Ter levado aquele tombo em frente à cantina do colégio, bem na hora do recreio. Por conta do tombo você rasga a calça, bem entre uma nádega e outra. E o seu moletom, que poderia ser amarrado na cintura, escondendo Roraima, ficou dentro da sala de aula. Que fica no 3o. andar do prédio W, do outro lado do inferno.
- Ter sido buscada naquela festa bailinho pelo seu pai, vestindo pijamas. E seu pai desce do carro. E começa a dançar. No maior estilo volare, o o, cantare o o o o.
- O caso da menina que foi mandada pra escola vestida de árvore porque aquele era o dia da árvore. Mas aquele não era, de fato, o dia da árvore. (Leia sobre a coitadinha aqui.)
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Eu pensei em sair da aula, mas ia ser pior. Eu teria que passar por um caminho loooongo, enfestado de bochechas e bundas dignas, eu e minha Roraima rosa choque.
Fiquei foi ali mesmo, tentando abstrair.
Eu respirava e pensava “eleve-se! abstraia! desconecte-se das merdas mundanas!”
E, do nada, me veio à cabeça algo inusitado: o chiclete que deixava a boca azul.
E eu fiquei pensando como raios a nossa geração sobreviveu à humilhação que eram as sacanagens vexatórias.
Nego te dava chiclete que te deixava a boca azul.
Depois nego te dava uma caixinha prateada com uma foto de mulher pelada, você abria e tomava um mega choque.
Ovo na cabeça.
Neocid.
Respirei fundo, tive orgulho da sobrevivente que há em mim, e elevei suavemente os fundilhos.
(o que, desconfio, não tenha sido tão suavemente assim, posto que nesse momento o bagulho fez crrrrr e o rombo ficou do tamanho do estado do Amazonas).
Tá bom, então vou imprimir todos os comentários de vocês e levar pro terapeuta, confere?
E ele que se vire.
Dia desses eu conto pra vocês dos tiques e manias que eu venho observando no rapaz.
Primeiro que ele é um piscador rapidinho, sabe daqueles? Aquele tipo que fica um tempo sem piscar e daí, quando pisca, pisca 12 vezes seguidas?
Minha prima era uma piscadora rapidinha. Quando eu era criança eu achava isso um charme. Tentei imitar o tique dela durante meses, mas percebi que essas coisas eram um presente de deus pra pessoa, não adiantava querer imitar.
Uma coisa que me irrita um pouco no meu terapeuta é que, quando ele fala a palavra BLOG, ele não pronuncia bloG, com o G no final. Ele fala algo parecido com bló, meio como se tivesse nojo, sabe? Uma coisa meio blé, colocando a língua pra fora. Bló. Irritante, vai?
Pra finalizar, ele me lembra o Mr. Bean. Eles não são mega parecidos, mas eu costumo dividir as pessoas em categorias de parecimento, e ele definitivamente pertence à categoria Mr Bean.
Não sei se vai prestar essa terapia. Olhar pro Mr Bean, piscando freneticamente e colocando a língua pra fora pra falar do meu bló me desconcentra um bocado.
fale-me sobre o seu bló
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Duas semanas atrás eu convidei três cumadis pra participar de um vídeo da TV MMqD, que acabou não indo ao ar, por motivos de saúde e razões variadas.
O tema enviado às participantes foi sugerido pela Mari, nos seguintes termos:
“Acidentes, gafes, situações em que vc foi uma péssima mãe -- tipo esquecer de levar fraldas em viagens longas (oi!) ou bater com a cabeça do filho na hora de colocar na cadeirinha do carro”.
Entendam que a razão dela ter escrito a palavra OI!, entre parênteses, assim ó: (oi!) foi justamente porque -- óbvio -- eu mesma já esqueci as fraldas do bebê.
Pois vocês acreditam que o denial e a amnésia materna me acometeram de um tanto, que na hora que li, pensei:
- Gente, mas que tipo de mãe vai pra uma viagem LONGA cas criança e me esquece de levar as fraldas, me diz?
De qualquer forma, queria pedir desculpas a Letícia, Mariana e Giuliana pelo cancelamento do vídeo em questã.
E pra vocês não ficarem completamente des-videa-das, eis Noah aqui, no último dia dele com 2 anos de idade, cantando, serelepe, todo bilíngue-lhes.
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Agora voltando à terapia.
Algumas coisas que ele mencionou, como o tempo despendido na Interenet, faz sentido vai?
Daí tomei a liberdade de formular um super Questionário de Avaliação de Vício e Dependência para com o Mundo Virtual.
Sigam-me os bons:
1. Você costuma proceder a leitura de blogs no banheiro?
Sim.
2. E acha isso correto?
Sim. Chama-se otimização do tempo. Do latim poupam-tempusos.
3. Já interrompeu tarefas nobres e prazeirosas, só para ficar na Internet?
Sim.
4. Já ouviu do seu filho “mamãe, sai da frente do computador!”
Sim.
5. Já sonhou com amigas blogueiras as quais nunca conheceu pessoalmente?
Sim.
6. Sente que, às vezes, tem mais apoio de amigos virtuais do que os reais?
Sim.
7. Já conferiu comentários ao seu post na mesa de um restaurante?
-Sim.
8. Na frente do seu marido?
- Não.
9. Você espera ele ir ao banheiro?
- Sim.
10. Já entrou na Internet depois da uma da manhã?
Sim.
11. E das 3 da manhã? 4? 5?
Sim. Sim. Sim.
- Já conferiu o celular antes de entrar na igreja pra casar?
- Não.
já mandei pro face, agora deixa só eu dar uma tuitada e...pronto, posso casar.
(é que eu não casei na igreja…)
Se você respondeu SIM à apenas uma ou duas perguntas, CONGRATULATIONS! Você é pessoa equilibrada e sabe dosar os blós, tuits e livro das faces de maneira exemplar.
AGORA. Se você, como eu, mandou SIM adoidado, só posso te sugerir que procure o Mr Bean piscador frenético mais próximo de você.
E por favor, cumadis do bem, me poupem de argumentos de que me viram na TV MMqD e que eu tô toda em cima. Gente. Com a câmera fechada em mim daquele jeito, o que vocês sinceramente conseguem ver de minha pessoa naqueles episódios? O pescoço? Pois ok, eu admito: meu pescoço está deveras inteiraço: meu pescoço é gostosão, meu pescoço é boazudo, ele é a parte mais playboysível de mim mesma – muito provavelmente a única.
Mas o resto anda precisado de revisão. Existem áreas mais críticas, feito o músculo (?) do tchau e aquela pele mais marromeno que fica entre as pernas, sabem qual? Dá vontade de pregar-lhe um durex, puxar a pele e fazer um acabamentinho na parte de trás. Chama-se lipo DIY.
Aliás, eu sempre me pergunto porque raios as peles mais passíveis de acelulitamento, enrugamento ou amolecimento estão localizadas sempre em regiões mega visíveis pelo público presente? Porque que a mãe natureza não teve a delicadeza de me colocar esta pelezinha propensa à flacidez no calcanhar da pessoa? Nos dedos? Embaixo da unha? Me digam QUEM no universo iria perder noites de sono com manifestações celulíticas na região da nuca?
Daí você me pergunta: Mas você não faz a porra da yoga? Não era pra estar com o bracinho todo Madonnificado? E eu te respondo: People, a yoga que Madonna faz não vem a ser a mesma que eu faço. A que eu faço é uma belezura, toda meditante, toda amiga, toda companheira da alma. E é ela a responsável pela vitoriosa marca de apenas UMA desavença em mais de três anos de blog – quase que eu aposento sem uma briga.
Enfim, uma yoga tetéia pro espírito, mas pro corpo ela é meio café com leite.
YOGA ROBERTENTA: eleva o espírito (e nada mais). Elevar espírito queima 2 cal/hora.
YOGA MADONNENTA: quem precisa de elevação de espírito quando se eleva a perna desse jeito?
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Meu terapeuta torce para minha aposentadoria bloguística.
Não que ele me diga isso, assim, abertamente. Terapeutas nunca falam coisas muito abertamente: eles aprendem na faculdade que o chique mesmo é ser reticente. Aliás, terapeutas adoram responder perguntas com outras perguntas, já perceberam? Você questiona:
- Mas você acha isso importante?
E a resposta mais conclusiva e esclarecedora que você há de obter é:
- Eu? Porque? Você acha?
Meu terapeuta acha a blogosfera materna opressiva. Não que ele tenha admitido isso assim, abertamente. Mas ele usou a palavra “oppressive” cinco vezes enquanto falávamos da minha relação com o blog, a maternidade e a blogosfera.
Interessante que terapeuta tem uma linha de raciocinio de deixar qualquer novelo de lã com inveja: da blogosfera, ele passou pro aborto, depois pras tentativas, testes negativos, falsos positivos, mais perdas, fantasmas e medos.
Rodou, rodou, até chegar no clássico dos clássicos, o famoso, o insubstituível:
- Agora fale-me sobre o seu pai.
O pai, sempre ele. O que tem uma coisa a ver com a outra?
Juro por Deus que se eu tivesse mais intimidade com o terapeuta eu mandava logo um clássico da literature sheakspeareana ”But what does the asshole have to do with the pants?”
(mas o que tem o cú a ver com as calças?)
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Eu já fiz minha lista de resoluções pro ano que vem.
E vocês? A minha listinha inclui: lidar com fantasmas do passado, passar menos tempo na frente do computador, aprender mais uma língua, acrescentar yoga Madonnenta ao meu pacote de “yoga boa pro espírito”, conhecer mais da Asia, ler sobre feng shui, dançar mais, e secretamente desaparecer do facebook.
Ah! E seguir com Yoga e a terapia. E quem não precisa?
Era uma quarta-feira de manhã quando escrevi as resoluções 2012. Mas em vez dar início a qualquer um desses projetos, eu fui lá e coloquei aparelho nos dentes.
Aparelho. Dentário. Fixo.
porque você sempre pode embagulhar um pouquinho mais
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Vocês pensam que eu também não acho meio patético a pessoa recorrer a tratamento ortodôntico no auge de sua versão 36.0? Um lado meu está morrendo de vergonha de sair por aí com aparelhos nos dentes.
Por outro lado, só posso agradecer de ninguém ter tido o bom senso (ou a grana) de ter feito isso comigo na adolescência.
Porque, gente, o que eram os aparelhos dos anos 90?!
Os aparelhos daquela época começavam nos dentes, percorriam o pescoço, o cérebro, o sistema nervoso central e iam dar lá na virilha da criatura. Eram infinitos, pesados, maciços. Guardavam resquícios de comidas ingeridas durante 6 ou 7 dias.
Ensejavam bullying, nego era chamado de boca de ferro, de freio de cavalo.
Lembro até hoje do Ferrorama, coitadinho. Ferrorama era apaixonado pela Camila, mas não tinha coragem de beijá-la porque rumores corriam de que os dois ficariam grudados pelos respectivos aparelhos dentários PRA SEMPRE.
- Pra sempre é tempo demais, ele dizia.
Fico pensando o quanto deveria ser irritante pro pessoal que usava aparelho e qual tipo de trauma isso tudo causou.
Ah, porque, né? Eu sei que tem muita gente que vem aqui que é to-da trabalhada na arte & craft, toda provida de talento, toda Madame Martha Stewart. sei sim.
Mas quer saber? Nasci com duas mãos esquerdas MAS sou audaciosa e cara-de-pau, colegas.
Então bora lá.
Antes, algumas informações sobre a festa, não que vocês tenham perguntado.
- Ao todo foram 18 crianças. A festa aconteceu em um dia de semana e, portanto, os maridos não compareceram, pobrecitos. As mães que trabalham fora (daquelas com horário, chefe e carteira assinada) pediram pra sair um pouco mais cedo. Marido foi a única presença masculina adulta, ó bendito entre as malucas mulheres.
- Não teve cachaça, cerveja ou mé de qualquer espécie.
- Eu comecei a fazer tudo com 4 semanas de antecedência. Meu nome do meio passou a ser Planejamento.
- Como economizei na cachaça e na decoração, me dei ao luxo de alugar uns brinquedos. Foi a melhor coisa que fiz, posto que, na hora da festa, me caiu um pé d’água de abalar Bangu.
- Desde o começo eu coloquei na cabeça que as crianças sentariam na hora do parabéns pra você, como nos velhos tempos. Mas, aparentemente, esses velhos tempos só aconteceram pra quem morava em algumas regiões do Brasil, visto que muita gente me olhou como se eu fosse doida quando mencionei isso no primeiro post sobre a festa. Enfim, quando eu era pequena, na era pré glacial e onde EU morava, as crianças sentavam na hora de cantar parabéns. E eu achei que aquilo fazia todo sentido. Como eram quase 20 crianças a mesa ficou longa, cumadis, ah se ficou. Mas o resultado é tão…tão…tão romântico, tão escola primária no século 19, tão cada um no seu quadrado!
Vou postar algumas fotos hoje e pretendo postar outras no MMqD, na sexta-feira. Assim tenho tempo de ensaiar todo aquele passo-a-passo. Lembrando que a festa não teria existido nos moldes do “faça você mesma” se não fosse por vocês, que me deram tantas idéias e me inspiraram tanto aqui! Vocês e o maridão, deus benza.
No aniversário-halloween-feito-em-casa-do-filhote…
Teve suco servido em jarra de jardinagem:
prazer, sou uma jarra de molhar plantas
eu também! eu também!
Teve varal de pipocas:
sou varal de pipocas, sou sucesso absoluto
Cookies feitos pelo marido, dentro de vidrinhos blim-blim:
e eu não disse que ia dar um jeito de blim-blimzar??
Teve balão fantasminha:
pra que ser apenas um balão se você pode ser um balão-fantasminha?
Pirulitos de chocolate que ficaram (quase) em-pe-zi-nhos!
se empurrar, nóis cai
E teve espaço pra criançada desenhar, recortar, criar.
Teve mãe bruxa contadora de histórias:
percebam meu talento para assustar a criançada
E teve o homem aranha mais gostoso do mundo:
mistura de spider man com jamie oliver
E daí? Deu pra enganar, meu povo? Ou ano que vem é melhor me jogar no buffet e desfilar na Unidos da Isopor?
Estamos eu, Carol e Mari, juntamente com os respectivos maridos, metendo o pau um no outro abrindo o coração, se expondo e mostrando que nem só de propaganda de margarina sem gordura trans, confete e purpurina é feita uma relação pós filhos.
Revelações fortes. Cenas picantes. Indicado para maridos, namorados e pretendentes. Quer dizer, pretendentes talvez não sejam a melhor audiência, em razão de risco iminente de “despretendimento”.
E se você, assim como eu, não foi convidada pra ir à Ibiza no final de semana, nem pra participar da área VIP de quatro super festas, 3 vernisages e 7 exposições no Castelo de Caras, então manda a pipoquinha pro brastemp e vem comigo assistir a estas outras pérolas da TV MMqD:
- Mães revelam verdades ocultas sobre a maternidade: Indicado para todas as idades. Não recomendado para aquela sua amiga que está pensando em engravidar. Para assistir, clique aqui.
- Se eu pudesse te dar um conselho…: Censura livre. Não indicado para aquela sua prima que já te falou mil vezes que DISPENSA SEUS PITACOS. Para assistir, clique aqui.
- Mães insistem que os filhos engulam os clássicos dos anos 80 e 90 : Para ser visto de polaina, óculos espelhados e relógio que troca pulseira. A parte Iaqui e a parte II aqui.
- Mães confessam que se acham perfeitas: filme que mostra, de maneira inédita e sem cortes, que toda mãe se acha mesmo um arraso. Indicado para todas as mães do mundo, menos as sem celulite. Assista aqui.